quarta-feira, dezembro 12, 2018

A VERDADE SOBRE O COLESTEROL…

«A longo do tempo a medicina alopática criou uma série de mitos para vender remédios para quem não precisava e, em outros casos, para criar doenças e vender mais drogas para os seus pacientes.
«Assim foi com o colesterol e o triglicérides. Criou-se uma série de artifícios e mentiras para tornar um amigo do corpo em inimigo mortal, apenas para ganhar mais dinheiro. Por que criar uma doença e vender drogas para quem é saudável? Já não basta o que vendem para os doentes de carteirinha?
«O colesterol é responsável por dezenas de funções em nosso corpo, sendo ele a matéria prima das nossas células. Esta campanha que foi orquestrada pela indústria farmacêutica é apenas para ganhar mais dinheiro. Quando o médico fala que é preciso controlar o seu colesterol, ele quer apenas vender mais remédio. Na faculdade de medicina ele aprende que o colesterol elevado é sinónimo de saúde, mas no consultório ou na clínica vale o que rende mais dinheiro. Portanto, a campanha para baixar o colesterol exibida pela TV, em programas apresentados por «celebridades» e seus médicos «especialistas» vestidos de branco, é uma grande mentira; e quando o seu médico diz que o seu colesterol está alto e que precisa de remédio para baixá-lo, pode ter certeza, ele quer enganá-lo.»
(In “A CURA DO CÂNCER Pela Medicina Alternativa», de Renato Dias, Edições Maitreya, pág. 119)

terça-feira, dezembro 11, 2018

QUEM É DEUS, AFINAL?...

«Deus é com frequência considerado cruel, primitivo, antiquado, ilógico e até contrário à ciência. Ao mesmo tempo, muitos sentem por Ele, intuitivamente, um sentido de reverência e admiração. Ainda assim, até mesmo a cultura e a Igreja resistem a falar Dele.
«Rob Bell mostra como as ideias tradicionais se tornaram obsoletas e disfuncionais e como se poderá dar uma nova vitalidade e brilho à fé na actualidade.
“Quem é Deus, afinal?” vai questionar as verdades que sempre ouvimos sobre quem é Deus, qual o seu papel na nossa vida e o verdadeiro sentido para estarmos aqui. Conseguiremos encontrar uma nova forma de falar de Deus?
«Com argumentos surpreendentes – baseado em princípios que vão da filosofia à física quântica -, Bell desconstrói a visão ultrapassada da religião, mostrando outras formas de compreender a mensagem de Jesus e de nos ligarmos a Deus.
«Polémico, provocador e absolutamente fascinante, “Quem é Deus, afinal?” vai fazê-lo tornar-se mais alerta e consciente, compreender a estreita ligação entre a fé e a ciência, e descobrir que é possível extrair da vida uma experiência muito mais profunda do que alguma vez poderíamos imaginar.» - na contracapa.
Um livro que recomendo a todos, particularmente aos cientistas, aos agnósticos e aos ateus.
- Victor Rosa de Freitas -

domingo, dezembro 09, 2018

APOFTEGMAS DO DR. FREITAS...

Quando a "justiça" condena criminalmente um procurador da República por crime doloso, é a própria "justiça" que sofre uma forte machadada...
- Victor Rosa de Freitas -

sábado, dezembro 08, 2018

APOFTEGMAS DO DR. FREITAS...

A Humanidade - salvas poucas exceções - encontra-se mergulhada em profunda ignorância...
- Victor Rosa de Freitas -

DESMONTANDO SISTEMAS FRAUDULENTOS...

Dois livros que DESMONTAM o FRAUDULENTO - e SUPER-GANANCIOSO - sistema da indústria MÉDICO-FARMACÊUTICA...
- Victor Rosa de Freitas -


quinta-feira, dezembro 06, 2018

APOFTEGMAS DO DR. FREITAS...

Deves dizer sempre a verdade - a (tua) "verdade" que experiencias; de contrário, dividir-te-ás interiormente, e a divisão (interior) leva ao sofrimento...
- Victor Rosa de Freitas -

APOFTEGMAS DO DR. FREITAS...

Estares aqui, ou estares ali, o lugar pouco importa - pois estarás sempre no meio do ESPAÇO INFINITO, ou DEUS, o VERDADEIRO, que te CRIOU...
- Victor Rosa de Freitas -

APOFTEGMAS DO DR. FREITAS...

Não mendigues a DEUS - porta-te, antes, como um Deus; foi para isso que ELE te Criou...
- Victor Rosa de Freitas -

quarta-feira, dezembro 05, 2018

APOFTEGMAS DO DR. FREITAS...

A Sabedoria causa "stress" aos ignorantes; por isso que estes, ou fogem dos Sábios, ou agridem-nos...
- Victor Rosa de Freitas -

APOFTEGMAS DO DR. FREITAS...

A sedução é pura matemática…

- Victor Rosa de Freitas -

APOFTEGMAS DO DR. FREITAS...

Os deuses também dormem…

- Victor Rosa de Freitas -

A NEGATIVIDADE…

«No que diz respeito à tendência para a negatividade, a nossa cultura intelectual não está equipada para lidar com ela. De facto, a nossa vigília para os perigos ao nosso redor abre um mercado para indivíduos mesquinhos que nos alertam para as ameaças que nos possam ter escapado. Experiências têm mostrado que um crítico que arrase um livro é tido como mais competente do que um crítico que lhe faça um elogio, o mesmo podendo ser verdade em relação à crítica social. «Assume sempre o pior e serás aclamado profeta», avisou-nos uma vez o músico e humorista Tom Lehrer. Desde o tempo dos profetas hebreus, pelo menos, que misturavam a sua crítica social com prenúncios de desgraça, o pessimismo tem sido associado à seriedade moral. Os jornalistas acreditam que ao acentuar o negativo eles estão a cumprir o seu dever como cães de guarda, “muckrakers”, delatores e aterrorizadores do confortável. E os intelectuais sabem que obtêm uma seriedade imediata ao apontarem para um problema por solucionar e teorizá-lo como um sintoma de uma sociedade doente.
«O contrário é igualmente verdadeiro. O economista e ensaísta Morgan Housel tem observado que, enquanto os pessimistas parecem estar a tentar ajudar, os otimistas soam como se estivessem a tentar vender algo. Sempre que alguém sugere uma solução para um problema, os críticos rapidamente relembram que não é uma panaceia, uma bala de prata, uma bala mágica ou uma solução para todos os gostos; é apenas um curativo ou um remendo tecnológico improvisado, incapaz de chegar às causas profundas e que irá contra-atacar com efeitos secundários e consequências indesejadas. Obviamente, já que nada é uma panaceia e que tudo tem efeitos secundários (é impossível que da nossa ação surta um só efeito), estes lugares-comuns não são mais do que a recusa em considerar possível que qualquer coisa melhore.
«O pessimismo entre os intelectuais pode também ser uma forma de tentarem demonstrar superioridade. Uma sociedade moderna é uma liga de elites políticas, industriais, financeiras, tecnológicas, militares e intelectuais, todas em competição por prestígio e influência, e partilhando diferentes responsabilidades no funcionamento da sociedade. As queixas sobre a sociedade moderna podem ser uma forma dissimulada de denegrir um rival – para os académicos se sentirem superiores aos empresários, para os empresários se sentirem superiores aos políticos, e assim sucessivamente. Assim como Thomas Hobbes observou, em 1651, «a competição por louvores tende para uma reverência para a antiguidade. Pois os homens disputam com os vivos, não com os mortos».»
(In “O ILUMINISMO AGORA”, de Steven Pinker, Editorial Presença, págs. 69 e 70)

terça-feira, dezembro 04, 2018

OS "BONS VELHOS TEMPOS"...

«Nada é mais responsável pelos "bons velhos tempos" do que uma má memória.»
- FRANKLIN PIERCE ADAMS - Franklin Pierce Adams (15 de novembro de 1881 - 23 de março de 1960) foi um colunista americano conhecido como Franklin P. Adams e por suas iniciais FPA. Famoso por sua inteligência, ele é mais conhecido por sua coluna de jornal, "The Conning Tower", e suas aparições como um painelista regular no Information Please da rádio. Um prolífico escritor de versos leves, ele era membro da Mesa Redonda de Algonquin dos anos 1920 e 1930. (Wilipédia) -

PALAVRAS DE SABEDORIA...


O PALESTRANTE E OS OUVINTES…

«Uma palestra é – surpreendentemente – uma conversa. O palestrante fala, mas o público comunica de forma não verbal. Uma quantidade surpreendente de interação humana – grande parte das informações emocionais, por exemplo – ocorre dessa maneira, através da exibição da postura e da emoção facial (…). Um bom palestrante não está apenas a apresentar factos (talvez a parte menos importante de uma palestra), mas também conta histórias sobre esses factos, colocando-os precisamente ao nível da compreensão do público, medindo isso mesmo através do interesse que a audiência demonstra. A história que está a contar transmite aos membros da plateia não apenas os factos mas o motivo pelo qual os factos são relevantes – ou seja, porque é importante que aprendam certas coisas que ainda desconhecem. Demonstrar a importância de um conjunto de factos é dizer à audiência como esse conhecimento pode mudar o seu comportamento ou influenciar a forma como vê o mundo, de modo a que possa evitar alguns obstáculos e progredir mais rapidamente para os objetivos.
«Um bom palestrante fala “com” – e não “para” – os seus ouvintes. Para o conseguir, precisa de estar atento aos movimentos, gestos e sons do público. Um bom professor fala diretamente para pessoas singulares e identificáveis, e observa a resposta dessas pessoas, em vez de falar algo cliché, como «apresentar uma palestra» a um público. Tudo nesta frase está errado. Não apresentamos. Falamos. Não existe uma «conversa monólogo», a menos que seja «enlatada», e não deve ser. Também não há «uma audiência». Há “pessoas” que precisam de ser incluídas na conversa. Um orador público, bem treinado e competente, dirige-se a uma pessoa única e identificável, observa essa pessoa a acenar com a cabeça, a abanar a cabeça, a franzir a testa ou a parecer confuso, e responde de maneira apropriada e direta àqueles gestos e expressões. Então, depois de algumas frases, ajustando alguma ideia, muda para outro membro da plateia e faz a mesma coisa. Desta forma, infere a atitude de todo o grupo (na medida em que tal coisa existe) e reage em conformidade.»
(In “12 REGRAS PARA A VIDA”, de Jordan B. Peterson, Lua de Papel, págs. 320 e 321)

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