segunda-feira, abril 26, 2021

DEUS E A IGREJA CATÓLICA…

 O Deus da Igreja Católica NÃO EXISTE…

 A teologia da Igreja Católica – só se vive uma vida e, depois da morte física, vai-se – a ALMA - para o INFERNO (definitivamente), ou para o PURGATÓRIO (provisoriamente), ou para o CÉU (eternamente) – é FALSA…

DEUS, o VERDADEIRO, é o ESPAÇO INFINITO – ou o INFINITO CAMPO QUÂNTICO CONSCIENTE, ou o ILIMITADO AKASHA…

A VERDADE está na REENCARNAÇÃO, sucessivamente, até cada um, e todos, se livrarem da RODA DE SAMSARA – ao vestir a “Túnica Nupcial” -, e a EVOLUÇÃO ESPIRITUAL do Homem faz-se segundo a LEI do CARMA, ou LEI da CAUSA e EFEITO, até o Homem atingir o estado ANGELICAL e, depois, de ARCANJO, evoluindo SEMPRE e INFINITAMENTE…

A partir do estado de ANJO, o Homem será capaz de DESMATERIALIZAR o corpo físico que TIVER e será capaz de MATERIALIZAR o corpo físico que QUISER…

A partir da fase de ANJO, o Homem será capaz de – com DEUS – criar NOVOS MUNDOS em que haverá uma EVOLUÇÃO dos MINERAIS para as PLANTAS e destas para os ANIMAIS, e destes para os HUMANOS, e destes para ANJOS e, depois, ARCANJOS, no mesmo processo anteriormente descrito…

Eis a ENTELÉQUIA do HOMEM…

A IGREJA CATÓLICA não diz – porque não QUER, ou porque não SABE – a VERDADE…

Disse!

Benavente, 26.04.2021

- Victor Rosa de Freitas -

 


 

sexta-feira, abril 02, 2021

JESUS, O CRISTO, NÃO FOI UM CHEFE “POLÍTICO”…


SIM!, Jesus, o Cristo, não foi um chefe “político”…

Não ensinou a melhor forma de organizar a “polis”, a sociedade…

Porque o HOMEM, na sociedade, tem apenas uma vida efémera…

Está apenas de passagem na vida terrena…

Jesus, o Cristo, ensinou que a alma é IMORTAL…

O que Ele demonstrou com a sua morte física na CRUZ…

Da qual ressuscitou ao terceiro dia…

Jesus, o Cristo, ensinou que a vida CONTINUA após a morte física…

Ensinou o “Reino dos Céus”…

Jesus, o Cristo, era um ANJO…

Que EVOLUIU, como HOMEM, até se tornar um ANJO…

E ensinou que o CAMINHO de todo o HOMEM é tornar-se um ANJO…

Quer na vida terrena, quer depois, os seus dois fundamentais MANDAMENTOS são:

- Amar a DEUS acima de todas as coisas, com todas as forças e discernimento e procurar a JUSTIÇA DIVINA…

- E amar ao PRÓXIMO como a si mesmo…

 E tudo o mais vem por acréscimo…

 “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”…

 Mas, o que fez o HOMEM das suas palavras?...

 Construiu toda uma MORAL POLÍTICA…

 Pretensamente para construir a sociedade “perfeita”…

 Mas não devemos procurar a “sociedade” perfeita…

 Mas SIM o HOMEM PERFEITO…

 “Sede perfeitos como é o meu PAI”…

 E, como no Reino do meu Pai há muitas moradas…

 Deveis procurar a vossa perfeição para nelas viver…

 Por isso que Jesus, o Cristo, não foi um chefe “político”…

 Mas é a Verdade, o Caminho e a Vida…

 Disse!

 Benavente, 02.04.2021

 - Victor Rosa de Freitas -



sábado, dezembro 26, 2020

COMO LIDAR COM AS EMOÇÕES NEGATIVAS, COMO A IRA...

 

COMO LIDAR COM A IRA… 

«As pessoas, em geral, conhecem apenas duas formas de lidar com a ira: expressando-a ou reprimindo-a. No entanto, nenhuma delas é a forma correta. Quando a expressamos, estamos também a provocar ira no outro; gera-se uma corrente… O outro, por sua vez, vai reagir com mais ira, criando uma espiral que não pode acabar bem. Quanto mais expressamos a nossa ira, mais isso se torna um hábito, um comportamento mecânico. Quanto mais a exprimimos, mais a praticamos, tornando cada vez mais difícil sairmos desse círculo vicioso.

«A repressão surgiu do medo; da ideia de que não devemos expressar-nos porque isso só nos faz mal a nós mesmos e aos outros, e que tal não serve de nada; de que sentir ira é feio e cria situações horríveis, pelas quais teremos mais tarde de pagar. Aos poucos, torna-se um hábito, uma segunda pele.

«Foi desse medo de se exprimir que nasceu a repressão. Mas quando reprimimos a ira, estamos a acumular veneno e somo obrigados um dia a explodir.

«A terceira forma de lidar com a ira, a abordagem de todas as pessoas iluminadas do mundo, não passa nem por expressá-la, nem por reprimi-la, mas por observá-la. Quando lhe surgir um sentimento de raiva, sente-se em silêncio, deixe que ele o rodeie no seu mundo interno, como uma nuvem que o envolve, e torne-se um observador silencioso. Tome nota: isso é a ira.

«Buda disse aos seus discípulos: Quando a ira surgir, escute-a, ouça a sua mensagem. Lembre-se de continuar a repetir para si mesmo: ira, ira… Mantenha-se desperto, não adormeça. Esteja consciente da ira a envolvê-lo. Ela não o define: você é meramente o observador – aqui reside a chave para a transcender.

«Aos poucos, enquanto observa a ira, vai-se distanciando cada vez mais dela, até já não o afetar. Tornar-se-á tão desligado da emoção, tão calmo e imperturbável, que o peso que antes lhe atribuía parece desaparecer por completo. Com efeito, todas as coisas ridículas que fazia no passado movidas pela raiva ou pela ira dar-lhe-ão vontade de rir. Não são você. Estão lá, mas fora de si, a envolvê-lo. A partir do momento em que deixar de se identificar com essas emoções, parará também de despender energia com elas.

«Lembre-se: somos nós que alimentamos a ira com a nossa energia; é assim que ela ganha vida. A ira não possui energia própria; depende da nossa cooperação. Quando observamos este facto, deixamos de cooperar com ela e de a reforçar. Ela estará lá por alguns instantes, alguns minutos, e depois desaparecerá. Não conseguindo criar raízes dentro de si, encontrando-o indisponível e distante, como um contemplador na montanha, a ira acabará por se extinguir. É maravilhoso constatar esse desaparecimento, viver essa incrível experiência.

«Quando a ira sai de cena, chega a serenidade: o silêncio que sucede à tempestade. Ficará surpreendido ao verificar que sempre que a ira surgir e a conseguir observar, será capaz de entrar num estado de tranquilidade como nunca antes conheceu: entrará, de facto, em meditação profunda. Após o desaparecimento da ira, sentir-se-á renovado, jovem e inocente como nunca. Em vez de se zangar, ficará até grato por essa emoção lhe ter proporcionado uma experiência totalmente inédita, um espaço novo e bonito para explorar. A ira é agora algo de útil, uma ferramenta de transformação.

«Esta é a forma criativa de lidar com as emoções negativas.»

(In “Curso de Meditação”, de OSHO, Pergaminho, págs. 38 e 39)

Benavente, 26.12.2020

- Victor Rosa de Freitas -


sexta-feira, dezembro 25, 2020

O DIABO...

 E DEUS CRIOU O DIABO…

O HOMEM foi CRIADO para EVOLUIR espiritualmente
Até se ENCONTRAR com DEUS…
Na SUA infinita SABEDORIA…
DEUS CRIOU o DIABO…
O DIABO é um conjunto de PROVAS…
Uma BARREIRA de ERROS e ENGANOS…
NECESSÁRIOS para o HOMEM PROCURAR…
E se ENCONTRAR com DEUS…
Sem aquela PROVAS e BARREIRAS…
O HOMEM NUNCA se ENCONTRARIA com DEUS…
Não CONHECERIA a VERDADE…
É INFINITA a SABEDORIA de DEUS…
POR isso…
E PARA isso…
DEUS CRIOU o DIABO…
Para nossa SALVAÇÃO…
Disse!
Benavente, 25.12.2020
- Victor Rosa de Freitas -


quarta-feira, dezembro 23, 2020

EM MEMÓRIA DE JESUS, O CRISTO - NO NATAL DE 2020...

 JESUS, O CRISTO, UM ESPÍRITO SEM PRIVILÉGOS…

«(…) Sem dúvida, Jesus é atualmente o nosso Irmão Maior, a entidade mais sublime no governo do orbe terráqueo. É o Guia, que através do Código Moral do Evangelho, conduz o homem à Realidade Divina. Espírito indefinível para nós que mal iniciamos a jornada do bem, é o «Caminho, Verdade e Vida», porque viveu em si mesmo, durante o seu desenvolvimento consciencial, os mesmos equívocos, pecados, vícios, deslizes e paixões, que são próprios de toda a humanidade, ainda imatura. Em face do seu progresso espiritual alcançado através de incontáveis encarnações físicas, em orbes que já se transformaram em poeira cósmica, Jesus esquematizou o roteiro para a libertação da humanidade espiritual do planeta Terra, da qual ele é o titular, através do sublime Evangelho. Jesus nasceu, amadureceu e angelizou-se até atingir o magistério divino, defrontando e vencendo em si mesmo pecados, acertos, equívocos, glorificações e frustrações de todos os homens, ao mesmo tempo que cultivava e sublimava as virtudes latentes em seu espírito.
«Se a evolução de Jesus tivesse sido diferente dos demais espíritos e especificamente em «linha reta», desobrigado de quaisquer equívocos ou vacilações, é evidente que Deus teria privilegiado um espírito mais simpático com alguma faculdade incomum, virtude excelsa, graça prematura ou sabedoria inata, traindo uma censurável preferência egoística humana.
«Essa graça, ou mercê pessoal e divina exclusivamente a Jesus, então, desmentiria a tão propalada Justiça do Criador, que seria assim capaz de praticar atos tão discutíveis e censuráveis, como qualquer homem imperfeito. E o Divino Mestre também não seria o símbolo glorioso ou a matriz fiel da verdadeira conduta humana, mas indigno de ser o Guia da Humanidade em face da extravagância de querer ensinar aos seus alunos aquilo que ainda não aprendeu a viver, nem sofreu em si mesmo.
«Enquanto os demais filhos de Deus deveriam seguir pelas sendas tortuosas do sofrimento e das vicissitudes humanas, a fim de apurar a sua sensibilidade psíquica e lograr a metamorfose do futuro anjo, Jesus seria um privilegiado teledirigido por um «radar espiritual» capaz de guiá-lo tranquila e corretamente pelos labirintos educativos mais complexos e dolorosos da vida física. Jamais ele poderia depois distinguir o certo do errado, o autêntico do falso, o sadio do enfermiço, ou o bem do mal, sem participar dos problemas gravosos e atrozes de todos os homens. E Jesus nada mais seria do que um robô, ou fantoche movido pelos cordéis divinos, numa prematura e injustificável promoção sideral.
«Aliás, não há desdouro algum para Jesus ter evoluído sob o regime da mesma lei a que se sujeitam todos os demais espíritos. Mas é justamente o facto de ele ter alcançado o conhecimento e, também, a sublimação, através das incontáveis vidas físicas que o consagra digno de guiar e salvar a humanidade. A sua vida e paixão, martírio que terminou na cruz, é o esquema do verdadeiro comportamento que o homem deve adotar diante de todas as lutas, tragédias, explorações, pilhagem e ingratidões entre os seus próprios irmãos imaturos.»
(In “O EVANGELHO À LUZ DO COSMO" – Obra psicografada por Hercílio Maes -, de Ramatis, Editora do Conhecimento, págs. 85 e 86)
Benavente, 23.12.2020
- Victor Rosa de Freitas

quarta-feira, setembro 30, 2020

Quem é CORRUPTO: o Amigo Orlando Figueira, ou a "justiça" que o condenou?...

 Com o Amigo Orlando Figueira - 30.09.2020...



sábado, agosto 01, 2020

OS TERRÁQUEOS E OS EXTRATERRESTRES…

«Em uma época em que os nossos próprios astronautas aterrissaram na Lua e nossas aeronaves não tripuladas exploraram outros planetas, não é mais impossível de acreditar que a civilização de um outro planeta, mais avançado que o nosso, tenha sido capaz de aterrissar seus astronautas no planeta Terra, em algum momento do passado. De facto, vários escritores conhecidos já especularam que artefactos antigos, como as pirâmides e esculturas gigantes em pedra, devem ter sido feitas por visitantes mais desenvolvidos, vindos de outro planeta.
«Entretanto, há pouca novidade em uma especulação tão intrigante. Até os povos antigos acreditavam, eles próprios, que seres superiores «dos céus» - os deuses antigos – vieram para a Terra. O que nenhum escritor versado no tema oferece são “respostas”. Se, de facto, tais seres realmente vieram para a Terra, “quando” vieram, “como” vieram, de “onde” vieram e “o que fizeram” aqui durante sua estadia?
«O que nos propomos a fazer é oferecer respostas a essas questões. Utilizando o Antigo Testamento como âncora e oferecendo como prova nada mais que textos, desenhos e artefactos deixados a nós pelos povos antigos do Oriente Médio, iremos além das perguntas intrigantes e das sugestões provocantes. Vamos provar que a Terra foi, realmente, visitada por astronautas de outro planeta, em seu passado.
«Vamos identificar o planeta de onde vieram esses astronautas.
«Vamos decifrar uma cosmologia antiga e sofisticada que explica, melhor que os nossos cientistas atuais, como a Terra e outras partes do Sistema Solar iniciaram sua existência.
«Vamos desvendar relatórios antigos que falam de uma colisão celeste que resultou na captura de um planeta intruso dentro da órbita do Sol, vamos mostrar que todas as religiões antigas foram baseadas no conhecimento e na veneração do décimo segundo membro do nosso Sistema Solar.
«Vamos provar que esse Décimo Segundo Planeta era a casa dos visitantes ancestrais da Terra. Vamos apresentar textos e mapas celestes que tratam dos seus voos espaciais e vamos estabelecer quando e por que eles vieram à Terra.
«Vamos descrevê-los e mostrar como se pareciam, como se vestiam e comiam, vamos vislumbrar suas naves e armas e seguir suas atividades na Terra; seus amores e ciúmes, conquistas e disputas. Vamos desvendar o segredo de sua «imortalidade».
«Vamos seguir os dramáticos acontecimentos que levaram à «Criação» do Homem e mostrar os métodos avançados que tronaram isso possível. Seguiremos, então, à complicada relação do Homem com as suas divindades, e vamos falar do verdadeiro significado dos acontecimentos que nos foram relatados nos contos do Jardim do Éden, da Torre de Babel, do Dilúvio, do avanço da civilização, as três ramificações da Humanidade. Mostraremos como o Homem – dotado por seus criadores biológica e materialmente – acabou fazendo com que seus deuses partissem da Terra.
«Mostraremos que o Homem não está sozinho, e que as futuras gerações ainda terão outro encontro com os representantes do Reino do Céu.»
(In “O 12º PLANETA”, de Zecharia Sitchin, Madras, págs. 13 e 14)
- Victor Rosa de Freitas –
Benavente, 01.08.2020
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