terça-feira, abril 23, 2019

DECLARAÇÃO POLÍTICA DO DR. FREITAS…

Sou defensor de um partido LIBERAL HUMANISTA…
LIBERAL, porque defensor da LIBERDADE INDIVIDUAL…
Para que TODOS e CADA UM possam desenvolver todas as suas CAPACIDADES CRIATIVAS…
SEM RESTRIÇÕES pelo ESTADO…
E HUMANISTA, porque a ÚNICA maneira de o conseguir é através do DIREITO INALIENÁVEL de TODOS e CADA UM terem acesso ao CONHECIMENTO, à CONSCIÊNCIA e à SABEDORIA…
Nesta vertente, o GRANDE papel do ESTADO será GARANTIR este DIREITO…
Mas a BUSCA e o TRABALHO com o CONHECIMENTO, a CONSCIÊNCIA e a SABEDORIA serão feitos por CADA UM no máximo de LIBERDADE INDIVIDUAL, SEM qualquer IMPOSIÇÃO por parte do ESTADO…
O papel “ideológico” de TAL partido será o de DEMONSTRAR – acenando e enquadrando – a RIQUEZA do EXERCÍCIO de tal DIREITO por CADA UM…
RESUMINDO:
Com uma forte APOSTA na EDUCAÇÃO LIVRE de CADA UM, e facultando e garantindo o ESTADO todos os MEIOS de estudo LIVRE…
Muito SUCINTAMENTE…
Eis porque defendo um partido LIBERAL HUMANISTA…
Disse!
- Victor Rosa de Freitas –

O ELIXIR DA VIDA…

“Reza a lenda que, no início do século XV, um químico francês chamado Nicolas Flamel descobriu o elixir da vida. Dizia-se que o elixir era uma substância capaz de prolongar a vida humana por centenas de anos. Flamel vivia com a sua mulher, Perenelle, no que é hoje a mais antiga casa de pedra de Paris. Localizada numa rua estreita na margem direita do rio Sena, a casa de pedra cinzenta foi construída pelo próprio Flamel e serviu de seu laboratório principal. Ele trabalhava até de madrugada à luz da vela, fazendo mistelas exóticas num esforço para criar a ilusória poção para suster a vida.
«Flamel seguia um ritual antigo. A busca de um elixir da vida data de há vários milénios. Segundo as escrituras hindus, o elixir seria retirado das mais profundas águas do oceano e denominado amrita. Ao longo dos séculos, os alquimistas buscaram o elixir da vida para afastar a morte. Eles tinham a certeza de que havia uma poção mágica capaz de fazer as pessoas viver por mais tempo ou, mais esperançosamente, para sempre. Na China Antiga, os imperadores estavam convencidos de que a combinação certa de compostos metálicos tinha a capacidade de dar origem à vida eterna. Ordenavam aos seus súbditos que misturassem “cocktails” de substâncias preciosas, como o jade e o cinabre, e lhes associassem o chumbo e o mercúrio, ou mesmo o arsénico. Mas o mais frequente era, quando os imperadores ingeriam essas misturas, não só não prolongarem as suas vidas, como acabarem por morrer, inadvertidamente envenenados.
«Flamel teve uma abordagem mais sensata. Labutou durante anos no elixir que, segundo reza a lenda, foi criado a partir da pedra filosofal. Dizia-se que essa pedra conseguia transformar o chumbo em ouro e, se ingerida, a substância daí resultante expandiria a vida por várias centenas de anos. No êxito de vendas de J. K. Rowlings, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, Flamel surge como o criador da pedra que está na base do enredo. Na obra, o seu elixir resultou claramente, e ele vive até aos 665 anos, enquanto a sua mulher chega aos 658 anos. Na realidade, Flamel terá morrido em 1418 aos oitenta e oito anos, e a sua lápide, onde gravou signos e símbolos alquímicos arcanos, encontra-se hoje em exibição no Museu de Cluny em Paris. É evidente que ele não encontrou o elixir da vida.»
(In “APAGAR A MORTE”, de Dr. Sam Parnia com Josh Young, Pergaminho, págs. 39 e 40)
- Victor Rosa de Freitas –

segunda-feira, abril 22, 2019

APOFTEGMAS - SOCIAIS - DO DR. FREITAS…

As pessoas, em geral, têm um discurso de LUTA – portam-se, socialmente, dentro de uma linha evolutiva de guerra pela sobrevivência à CHARLES DARWIN – e NÃO um comportamento de COOPERAÇÃO, dentro de uma linha evolutiva de união de forças à LAMARCK…
CONDICIONAMENTOS…
E condicionamentos INCONSCIENTES…
Disse!
- Victor Rosa de Freitas –

domingo, abril 21, 2019

PENSAMENTO DO DIA DO DR. FREITAS…

O MAL existe…
E propaga-se como uma EPIDEMIA…
O BEM também existe…
E também se REPRODUZ…
O MAL – e a sua decorrente EPIDEMIA – assentam na IGNORÂNCIA e na INCONSCIÊNCIA…
O BEM – e a sua REPRODUÇÃO – assentam no CONHECIMENTO, na CONSCIÊNCIA e na SABEDORIA…
O MAL epidémico é “aquilo” a que as religiões chamam o DIABO…
O BEM expandido assenta em JESUS, o CRISTO…
Mas se o MAL é IGNORÂNCIA…
O Cristianismo, de Jesus, o Cristo, APENAS ensinou a BONDADE e a ADORAÇÃO DESTE…
NÃO a BUSCA do REINO de DEUS…
Jesus disse:
«31 Busquem, pois, o Reino de Deus, e essas coisas serão acrescentadas a vocês.
«32 "Não tenham medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do Pai dar o Reino a vocês.»
(Lucas, 12:31-32)
Há que BUSCAR, pois, o CONHECIMENTO, a CONSCIÊNCIA e a SABEDORIA…
«8 Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.»
(Mateus 7:9)
O REINO de DEUS foi PROMETIDO…
A TODO AQUELE que o BUSCAR…
E o MAL será, assim, VENCIDO!...
Disse!
- Victor Rosa de Freitas –

APOFTEGMAS - SOBRE A TEORIA DE TUDO DOS CIENTISTAS - DO DR. FREITAS…

Scientists do not have a theory of everything, but only theories of anything.
(Os cientistas não têm uma teoria de tudo, mas apenas teorias que dão para tudo)
- Victor Rosa de Freitas –

NOTA:
Esta minha “sentença” foi buscar inspiração a uma afirmação de João Magueijo, ínsita na página 314 do seu livro “Mais Rápido Que a Luz”, Clube do Autor, e que reza assim:
«O desabafo de Andy Albrecht descrito a páginas 266 aplica-se também à teoria de inflação: não é a teoria de tudo (“of everything”), é a teoria que dá para tudo (“of anything”).»
VRF


sábado, abril 20, 2019

AFIRMAÇÕES - A FAVOR DA JUSTIÇA - DO DR. FREITAS…

Fazer um bom trabalho a FAVOR da JUSTIÇA é apontar os VÍCIOS e FALHAS do sistema de “justiça”, e apresentar SOLUÇÕES…
NÃO É defender o sistema de “justiça” – em que já POUCOS acreditam – de qualquer maneira e a todo o custo…
Esta última posição não passa de CORPORATIVISMO…
Com base TRIBALISTA…
Disse!
- Victor Rosa de Freitas –

sexta-feira, abril 19, 2019

FOTÕES E GRAVITÕES…

«John abordou o problema de forma inteligente, indo direito ao cerne da questão e perguntando o que se queira dizer com “c” ser constante. Como já expliquei, quer-se dizer que a velocidade da luz é a mesma independentemente da sua cor, da velocidade da fonte que a emite ou do observador e de quando ou onde foi emitida ou observada. Mas o que é a «luz» nesta frase? Na formulação original de Einstein, luz era simplesmente aquilo a que se chama luz, não só luz visível, mas também qualquer outra forma de radiação electromagnética, como ondas de rádio, microondas ou radiação infravermelha. Todas estas radiações são o mesmo que luz visível, só que as suas frequências, ou cores, se situam fora da estreita gama a que chamamos «visível» por os nossos olhos lhe serem sensíveis.
«A luz é feita de partículas chamadas fotões, que obviamente se deslocam à velocidade da luz. O segundo postulado da relatividade afirma que esta velocidade é a mesma para todos os observadores: até uma vaca louca a perseguir um fotão o vê mover-se à velocidade da luz. Também não é possível travar um fotão até que ele fique em repouso. Não faz sentido nenhum falar numa caixinha de fotões. Os fotões existem porque estão em movimento. É por isso que se diz que os fotões têm massa ou energia em repouso nula. “Não têm massa”.
«Ora é aqui que está a subtileza. Quando a relatividade fala da velocidade da luz, refere-se à velocidade de qualquer partícula sem massa, não só do fotão. O fotão era a única partícula sem massa conhecida quando Einstein propôs a sua teoria da relatividade restrita, mas desde então foram descobertas outras, de que é exemplo o neutrino [NOTA DO AUTOR DO TEXTO: este assunto é actualmente controverso: há quem afirme existirem provas de que o neutrino tem uma massa de repouso maior do que zero.]. Outro exemplo é a própria gravidade, como Einstein viria a descobrir uns anos mais tarde. As partículas portadoras da força da gravidade chamam-se gravitões; segundo a teoria da relatividade, é possível produzir «luz gravítica» de várias cores, correspondendo a gravitões com diferentes frequências ou energias. O gravitão é a partícula da gravidade no mesmo sentido em que o fotão o é da luz. O segundo postulado da relatividade restrita parece obrigar a que tanto o gravitão como o fotão se desloquem à mesma velocidade (constante): “c”.
«(…)
«O gravitão é uma partícula de curvatura; afecta a estrutura do espaço-tempo e por isso faz sentido separá-lo das outras partículas sem massa.»
(In “MAIS RÁPIDO QUE A LUZ”, de João Magueijo, Clube do Autor, págs. 239 e 240)
- Victor Rosa de Freitas –

UMA VISÃO HETERODOXA DE ROBIN HOOD…

«Esse é o horror que Robin Hood imortalizou como ideal de justiça. Diz-se que lutava contra governantes saqueadores e restituía às vítimas o que lhes fora saqueado, mas não é esse o significado da lenda que sobreviveu. Ele é lembrado não como um defensor da “propriedade”, e sim como um defensor da “necessidade”; não como um defensor dos “roubados”, e sim como um protetor dos “pobres”. Crê-se que foi o primeiro homem que assumiu um halo de virtude, praticando a caridade com dinheiro que não era seu, distribuindo bens que não produzira, fazendo com que terceiros pagassem pelo luxo da sua piedade. Ele é o símbolo da ideia de que a necessidade, não a realização, é a fonte dos direitos; que não temos de produzir, mas apenas de querer; que o que é merecido não nos pertence, mas sim o imerecido. Ele converteu-se numa justificação para todo o medíocre que, incapaz de ganhar o seu próprio sustento, exige o poder de despojar das suas propriedades os que são superiores a ele, proclamando a sua intenção de dedicar a vida aos que estão abaixo dele roubando os que estão acima. É essa criatura infame, esse duplo parasita que se alimenta das feridas dos pobres e do sangue dos ricos, que os homens passaram a considerar o paradigma da moral. E isso levou-nos a um mundo onde quanto mais um homem produz, mais se aproxima da perda de todos os seus direitos, até que, se for de facto muito capaz, se transforma numa criatura desprovida de direitos, presa de qualquer um, ao passo que, para estar acima de todos os direitos, de todos os princípios, da moralidade, para estar num plano em que tudo lhe é permitido, incluindo o saque e o assassinato, basta a um homem ter necessidade.
«Pergunta-me por que motivo o mundo está a desabar à nossa volta? É contra isso que luto, senhor Rearden. Enquanto os homens não aprenderem que, de todos os símbolos humanos, Robin Hood é o mais imoral e o mais desprezível, não haverá justiça na Terra nem possibilidade de sobrevivência para a humanidade.»
(In “A REVOLTA DE ATLAS”, 2º volume, de Ayn Rand, MARCADOR, págs. 260 e 261)
- Victor Rosa de Freitas –

quinta-feira, abril 18, 2019

APOFTEGMAS DO DR. FREITAS SOBRE A “JUSTIÇA”…

A “justiça” está cheia de IGNORANTES e INCONSCIENTES – e, mesmo, de gente MAL-INTENCIONADA…
- Victor Rosa de Freitas –

O HOMEM SEM CULPA…

« - Eu sei – disse Mouch, ficando visivelmente nervoso. – Acho que vai haver um ou outro patife antiquado que se vai recusar a assinar, mas não vão ser suficientemente importantes para influenciar os outros, ninguém há de querer ouvi-los, os seus próprios amigos e conhecidos vão ficar contra eles, acusando-os de gananciosos, e assim não vão causar-nos muitos problemas. Vamos acabar por nos apoderar das patentes e esses tipos não vão ter energia nem dinheiro para nos processar. Mas… - Parou.
«Taggart recostou-se na poltrona, observando-os. Começava a gostar daquela conversa.
« - Sim – disse o Dr. Ferris -, também penso nisso. Recordo-me de um certo magnata que está numa situação capaz de nos arrasar. Se depois vamos ou não conseguir recuperar é difícil dizer. Só Deus sabe o que pode acontecer numa época de histeria como esta, numa situação delicada como a atual. Qualquer coisa pode perturbar o equilíbrio, rebentar com tudo. E, se há alguém que gostaria de o fazer, é ele. Esse homem sabe qual é a questão verdadeira, sabe quais são as coisas que não devem ser ditas e não tem medo de dizê-las. Sabe qual é a única arma perigosa e fatal. É o nosso adversário mais encarniçado.
« - Quem? – perguntou Lawson.
«O Dr. Ferris hesitou, encolheu os ombros e respondeu:
« - O homem sem culpa.
«Lawson fez cara de quem não estava a perceber.
« - O que quer dizer com isso? A quem está a referir-se?
«Taggart sorriu.
« - Quero dizer – disse o Dr. Ferris – que só se pode desarmar um homem por meio da culpa. Por intermédio daquilo que ele mesmo aceita como culpa. Se um homem já roubou um centavo, podemos impor-lhe a punição que se dá a um assaltante de bancos que ele a aceitará. Será capaz de suportar qualquer infelicidade, achando que é merecida. Se não há bastante culpa no mundo, precisamos de criá-la. Se ensinamos a um homem que é errado olhar para as flores e ele acredita em nós e depois olha para as flores, podemos fazer o que quisermos dele. Não se vai defender. Vai achar que é bem feito. Não vai lutar. Mas o perigo é o homem que obedece aos seus próprios padrões morais. Cuidado com o homem de consciência limpa. É esse que vai derrotar-nos.»
(In “A REVOLTA DE ATLAS”, 2º volume, de Ayn Rand, MARCADOR, págs. 229 e 230)
- Victor Rosa de Freitas –

quarta-feira, abril 17, 2019

A PENA DE PRISÃO NA JUSTIÇA E NA “JUSTIÇA” - SEGUNDO O DR. FREITAS…

Dispõem os artigos 40º e 42º do Código Penal Português, respetivamente:
«Artigo 40.º
Finalidades das penas e das medidas de segurança
1 - A aplicação de penas e de medidas de segurança visa a protecção de bens jurídicos e a reintegração do agente na sociedade.
2 - Em caso algum a pena pode ultrapassar a medida da culpa.
3 - A medida de segurança só pode ser aplicada se for proporcionada à gravidade do facto e à perigosidade do agente.»
«Artigo 42.º
Execução da pena de prisão
1 - A execução da pena de prisão, servindo a defesa da sociedade e prevenindo a prática de crimes, deve orientar-se no sentido da reintegração social do recluso, preparando-o para conduzir a sua vida de modo socialmente responsável, sem cometer crimes.
2 - A execução da pena de prisão é regulada em legislação própria, na qual são fixados os deveres e os direitos dos reclusos.»
Constata-se, assim, que a aplicação e a execução das penas – designadamente a pena de prisão – visa a defesa da sociedade, a proteção de bens jurídicos e deve orientar-se no sentido da reintegração social do recluso.
OU SEJA:
Quando a JUSTIÇA aplica uma pena de prisão a um CONDENADO, além de defender a sociedade e de prevenir a prática de crimes, deve iniciar todo um processo de “reintegração social do recluso”.
Ora, a meu ver, a reintegração social do recluso consiste em todo um procedimento orientado no sentido de o condenado ter acesso ao CONHECIMENTO, à CONSCIÊNCIA e à SABEDORIA…
Pois quem adquire estas vertentes NÃO comete crimes e integra-se na sociedade…
Só que a “justiça” NÃO SABE como fazê-lo…
Pela simples e singela RAZÃO de que os membros e órgãos da “justiça” também não possuem o CONHECIMENTO, a CONSCIÊNCIA e a SABEDORIA…
Eles até terão BOAS INTENÇÕES…
Mas NÃO SABEM agir corretamente…
Pois não são detentores daquelas vertentes…
E a “justiça” é, no fundo, meramente REPRESSIVA…
Só quando os membros e órgão da “justiça” adquirirem tais vertentes – do conhecimento, da consciência e da sabedoria – poderá haver JUSTIÇA…
Com a “reintegração dos delinquentes na sociedade”…
Dando-lhes a conhecer as referidas vertentes…
CONCLUINDO:
Só se passará da “justiça” para a JUSTIÇA quando TODOS e CADA UM DE NÒS – incluindo os membros e órgãos de todo o aparelho de justiça - tiverem acesso ao CONHECIMENTO, à CONSCIÊNCIA e à SABEDORIA…
Disse!
- Victor Rosa de Freitas –

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