terça-feira, janeiro 27, 2026

VENTURA (Reposição)...

 É preciso aprender

É preciso esperar

O Ventura vai vencer

E a seu tempo governar


Sua coelha é Acácia

E tem nobre coração

Um discurso com eficácia

Uma grande Revolução


Vai trazer a Portugal

Novas regras e mais justas

O Ventura é genial

Sem úteis às nossas custas


Dizem que não tem ideias

Porque não o ouviram bem

Tem a mente delas cheias

E todas como convém


Ventura será governo

Portugal respirará

Um grande sonho eterno

A grandeza chegará


Toda a gente ouvirá

Falar de um grande País

Ventura vai governar

Com todos os pontos nos iis


Haverá Democracia

Liberdade de expressão

Sem grande burocracia

Muito menos corrupção


Os críticos serão mudos

Todos agradecerão

Porque somos tão sortudos

Grande Homem no coração


Portugal entra na História

Como uma grande Nação

O Ventura é a vitória

De um Povo com razão


Português terá orgulho

Num mundo em ebulição

Turistas darão mergulho

No inverno e no verão


Portugal cumpre-se enfim

Como dizia Pessoa

Todos saberão que sim

Portugal tem vida boa.


Benavente, 26.01.2021

- Victor Rosa de Freitas -



quinta-feira, janeiro 22, 2026

A CONDIÇÃO HUMANA NO DCIAP…

 «O DCIAP vivia envolto em muita confusão processual e com episódios bem insólitos que não passaram naturalmente para o relatório da inspeção, mas que se estenderam bem para além da direção de Cândida Almeida. Havia casos em que as mulheres de procuradores apareciam subitamente no departamento para fazer autênticas peixeiradas porque sabiam que os maridos as traíam com colegas solteiras ou casadas. Outras magistradas atraiçoavam os maridos e arranjavam imaginárias viagens ou noitadas de trabalho para justificar as ausências. Até cenas de sexo ocorriam nos gabinetes do DCIAP, sendo que alguns deles não eram sequer dos magistrados em causa. O inusitado era de tal ordem que, quando um magistrado foi promovido a procurador-geral adjunto e saiu do departamento, fez até questão de levar o sofá que tinha no gabinete, justificando que estava muito ligado emocionalmente: era lá que tivera agitadas cenas de sexo com uma colega que depois do almoço tratava por tu os copos de uísque.»

(In “O TRIBUNAL DOS PODEROSOS”, de António José Vilela, casa das letras, pág. 101)

Benavente, 22.01.2026

- Victor Rosa de Freitas –

 


terça-feira, janeiro 20, 2026

A PASSAGEM DA VIDA PARA A MORTE…

 «A perda da saúde condiciona a angústia e o medo. Lembremo-nos de que todo o medo, por mais banal que seja, é o medo da morte e provocado pelo ego, uma vez que, por ter origem material, a morte implica o seu desaparecimento.

«O medo da morte deve-se a quatro fatores:

«1) A passagem da vida para a morte costuma ser incómoda, dolorosa, angustiante e de grande solidão.

«2) A morte representa uma passagem para uma zona desconhecida devido à grande ignorância existente. Pode comparar-se a pedir a uma criança que entre numa sala escura. A recusa da criança em entrar deve-se ao medo do escuro, ela não sabe o que vai encontrar e quais os possíveis perigos que existem.

«3) Com a morte, perdemos família, amigos e, claro os bens materiais pelos quais lutámos tanto e, diria mesmo, pelos quais desperdiçámos a nossa vida. Chegámos sem nada e partiremos sem nada.

«4) Temos um instinto de conservação muito forte que nos fixa e mantém na vida.

«O medo da morte só é eliminado quando temos a certeza de que a morte não é o fim, ao conhecermos a realidade da existência do ser humano. Aqueles que descobriram a sua verdadeira identidade, a Supraconsciência, consideram a morte uma libertação, ao abandonarem o traje material que é o corpo.

«Enquanto virmos a morte como uma inimiga, lutaremos sempre por evitá-la e nunca a aceitaremos. Será um tabu. Temos de estar cientes de que a morte não é o oposto da vida, mas, sim, parte dela.

«Quanto mais cientes formos da realidade da morte, mais aproveitaremos o tempo e perderemos a pressa e a aceleração, tão típicas da nossa sociedade. Aprendemos a viver sem a pressão do tempo. Não esqueçamos que o medo de morrer não é o medo da morte, mas o medo de não ter vivido. O conceito de tempo limitado que temos condiciona o medo da morte. A morte significa passar para uma dimensão onde o tempo é eternamente presente. Tiremos a máscara e vivamos intensa e autenticamente de acordo com a nossa Supraconsciência.

«Quem não descobriu a Supraconsciência é levado pela morte a um vazio total, sem identidade. Para quem conhece a sua verdadeira identidade, morrer é despertar para uma situação muito melhor.

«A morte está sempre presente, mesmo que não estejamos cientes dela.

«Compreender a morte é a maior lição que aprendemos na vida. Descobrimos que somos consciência num corpo físico temporário. Enfrentamos a vida de forma mais intensa quando estamos cientes da sua finitude.

«O medo da morte é algo irracional, dentro da ciência materialista. Como podemos considerar a morte como algo mau antes de termos passado por ela?

«O psiquiatra e psicólogo suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) exprimiu maravilhosamente o conceito de morte após vivenciar uma EQM em 1944, na sequência de um ataque cardíaco. Explicou que pensamos na morte como a coisa mais terrível porque ainda não passámos por ela: quando a experienciamos, sentimos tanta paz e bem-estar que não queremos mais sair dela (Jung, 2021).

«A declaração de Jung implica que a consciência sobrevive à morte, um aspeto que o materialismo do método científico nunca poderá definir.

«Podemos morrer conscientemente de forma criativa? Isso só é possível quando se compreende que a verdadeira natureza da realidade é a consciência, eliminando o afeto ou o apego ao material e alcançando a libertação do domínio do ego ao descobrir a Supraconsciência com o desaparecimento do dualismo.

«Os momentos finais da vida, se estivermos conscientes da realidade existencial, são enfrentados com paz, alegria e serenidade.»

(In “EGO E SUPRACONSCIÊNCIA”, de Dr. Manuel Sans Segarra, Planeta, págs. 43 a 45)

Benavente, 20.01.2026

- Victor Rosa de Freitas -



sexta-feira, janeiro 09, 2026

JESUS E A CURA PELA COMPAIXÃO ESPIRITUAL…

 «No contexto da moderna ciência e tecnologia, a forma como Jesus lida com a doença pode parecer estranha. Com uma palavra ou toque, ele expulsa a doença como se ela fosse um espírito invasor. Não trata a doença com um problema de micróbios ou de fisiologia, mas como uma condição espiritual.

«A forma de Jesus curar é por vezes explicada como uma resposta a problemas que são psicossomáticos (o corpo afeta a psique) ou psicogénicos (doença causada pela psique), uma forma moderna de compreender os seus poderes de cura. Mas os Evangelhos pedem-nos que reimaginemos a doença e a cura como uma questão de alma e de espírito. Talvez nós também pudéssemos curar milagrosamente se nos dirigíssemos, da mesma maneira, à pessoa integral.

«Durante dois anos, fiz visitas mensais como consultor de Saint Francis Hospital, em Hartford, Connecticut. Juntamente com o capelão e o chefe de serviço de medicina integrativa, entrevistei funcionários por todo o hospital, bem como pacientes e suas famílias. Todos me disseram que este hospital se destacava pela especial atenção dedicada aos pacientes. Os pacientes disseram-me que se sentiam sempre como verdadeiras pessoas, e não apenas como mais um corpo que precisa de ser tratado. Perguntei qual era a fonte desta atitude singular e falaram-me das freiras católicas francesas que tinham fundado o hospital. Li a história delas e descobri que estavam simplesmente a implementar os ensinamentos do Evangelho. Estavam a curar, e não apenas a fazer trabalho técnico.

«Como terapeuta, vi muitas pessoas melhorarem fisicamente e em todas as suas outras dimensões graças apenas a uma conversa íntima e aberta. Não as julgo e não lhes digo como devem viver. Escuto-as e, no seu sofrimento, acolho-as no seio da espécie humana. Todos nós sofremos. Eu ajudo-as a ver a sua dor com algum distanciamento, e rio-me com elas das queixas de todos nós e de como aspiramos a uma vida ideal. Não duvido de que o corpo possa ser curado através da compaixão espiritual.»

(In “ESCREVER NA AREIA”, de Thomas Moore, estrela polar, págs. 92 e 93)

Benavente, 09.01.2026

Victor Rosa de Freitas -


 

terça-feira, janeiro 06, 2026

ESTAR NO MUNDO SEM SER DO MUNDO…

 «A ESPIRITUALIDADE COMEÇA NAS PEQUENAS ESCOLHAS QUE FAZEMOS TODOS OS DIAS, LEVANDO UMA VIDA CADA VEZ MAIS CONSCIENTE, MESMO EM TEMPOS DIFÍCEIS.»

«David. R, Hawkins oferece um guia prático para atingir estados superiores de consciência no dia a dia. O autor ensina como viver no mundo, ou seja, envolver-se nas tarefas e responsabilidades diárias sem se deixar aprisionar por ele. Desde as pequenas rotinas até aos grandes desafios, revela como cada instante pode tornar-se uma oportunidade para despertar.

«Com a sua combinação única de sabedoria, humor e profundidade, Hawkins mostra que não é preciso afastar-se da vida moderna para encontrar paz interior. Pelo contrário, é no meio da correria, da tecnologia e das responsabilidades que reside a maior possibilidade de crescimento.»

(na contracapa do livro)

(“ESTAR NO MUNDO SEM SER DO MUNDO”, de David R. Hawkins, alma dos livros)

Benavente, 06.01.2026

- Victor Rosa de Freitas –

   


sábado, janeiro 03, 2026

O BUDA E A MENTE...

 «Os sábios procuram compreender a mente, e não o Buda, ao passo que os ignorantes procuram compreender o Buda, e não a mente. Os sábios controlam a mente, enquanto os ignorantes controlam apenas o corpo.»

- MESTRE TA CHU –

Benavente, 03.01.2026

- Victor Rosa de Freitas –



quinta-feira, janeiro 01, 2026

POR QUE O HOMEM MORRE APENAS FISICAMENTE?…

 O HOMEM MORRE FISICAMENTE porque…

Ao longo da sua VIDA…

Vai BLOQUEANTO a ENERGIA que FLUI através do seu CORPO…

Até que DEIXA de haver ENERGIA a FLUIR nele…

E dá-se a MORTE do CORPO FÍSICO…

Mas a sua ALMA – ou CONSCIÊNCIA…

NÃO tem BLOQUEIOS de ENERGIA…

PORQUE é a PRÓPRIA ENERGIA…

E, por isso, é IMORTAL…

Disse!

Benavente, 01.01.2026

- Victor Rosa de Freitas –



 

 

 

 

O HOMEM ENTRE O CÉU E A TERRA...

 «Étienne Guillé, ultrapassando a oposição entre ciência e religião, aborda aqui as questões essenciais do ser humano na sua globalidade (corpo-alma-espírito) e os devastadores problemas da sociedade moderna, responsáveis pela limitação das capacidades humanas até à sequência linear de produzir, consumir e morrer.

«Apoiando-se em exemplos concretos dos inúmeros domínios do conhecimento – desde investigações aprofundadas ao nível do património genético à busca do Graal -, Guillé propõe uma nova abordagem da realidade e demonstra que há várias soluções possíveis.

«Segundo o autor, deixando de se considerar o Homem como um ser isolado e passando a perspectivar uma ligação entre o céu e a terra, a vida mostrará a sua riqueza infinita e as potencialidades humanas revelar-se-ão extraordinárias.

«Os conhecimentos inscritos nas tradições egípcia, hebraica e celta, entre outras, o método geral de análise dos sistemas, a termodinâmica dos sistemas abertos e a linguagem vibratória da vida permitem descrever o ser vivo na sua dupla constituição material e vibratória. Através dos dados da Biologia Molecular, é possível um conhecimento das propriedades das moléculas de ADN, essencial para um suporte concreto e verificável dos dados alquímicos.

«O fio condutor destas conversas é também a descrição dos diferentes caminhos de conhecimento específicos de cada indivíduo. E isto respeitando o outro, que pelas suas diferenças alarga o nosso campo de investigação e contribui para nos dar acesso a categorias ignoradas da nossa personalidade. Trata-se de uma prodigiosa abertura acerca das qualidades inconscientes do ser – a face positiva do nosso espaço inconsciente – que esconde tesouros. Aparecem então dissimulados nos mitos, nos mistérios do Antigo Egipto e de todas as civilizações tradicionais, partículas de luz que são como parcelas de eternidade em cada um de nós.»

(na contracapa do livro)

(“O HOMEM ENTRE O CÉU E A TERRA”, de Étienne Guillé, Dinalivro)

Benavente, 01.01.2026

- Victor Rosa de Freitas –



 

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