terça-feira, agosto 23, 2016

O FALSO – PORQUE UTÓPICO – COMBATE À CORRUPÇÃO…


Será que a “justiça” portuguesa não o compreende?
Será que não compreende que o alegado e propalado – e pelo povo ignaro, desejado – combate à corrupção é um combate falso, porque utópico?
(Os que nela mandam até o saberão… Mas fingirão que o combate é sério, para satisfazer os apetites invejosos do povoléu e manterem o seu poder…)…
Os políticos, em geral – e salvas pequenas exceções -, querem o poder para enriquecer.
São aspirantes a novos-ricos, pois, em geral, não têm fortuna pessoal ou familiar – e os que a têm não precisam de “ir” para a política –; controlam-na com as suas fortunas.
E como é que estes políticos podem enriquecer e passar a novos-ricos?
Só têm uma maneira – porque os rendimentos legais da política não dão para enriquecer: CORROMPENDO-SE!
Em lugares de poder, não faltam oportunidades de negócios “corruptos”, pois o poder permite escolhas e critérios de conveniência ilegais e bem pagos.
Vivemos num sistema capitalista.
Toda a MATRIX deste assenta em que a vida apenas tem sentido através dos prazeres que o dinheiro pode comprar.
Não há uma filosofia alternativa – a não ser de modo marginal -, praticada por alguns “excêntricos espiritualistas”.
As “elites” – e a generalidade do povo ignaro – só funcionam dentro daquela MATRIX.
Como pode, pois, a “justiça” combater e controlar a corrupção de Estado?
Não pode!
Tudo se resume a uma “política” de aparências e de “espelhos” para que as pessoas não percam toda a “confiança” na MATRIX, e que a aceitem como se o mundo tivesse apenas “injustiças” combatíveis e não estivesse, todo ele, assente numa enorme fraude económica, bancária e financeira, legalizada pelos políticos ao serviço dos Senhores do Mundo, que sugam toda a riqueza económica efectivamente produzida.
Este roubo institucionalizado é, depois, rotulado com palavras como “crise”, “dívidas” do Estado – que se tornam públicas - e que a generalidade dos cidadãos paga.
Não há saída com esta MATRIX.
Todos querem os prazeres venais, quer os ricos – mantendo as suas fortunas e “comprando” as benesses dos políticos e do poder, em geral -, quer os pobres, que almejam ser novos-ricos, sendo que, destes, muitos poucos atingem os seus objetivos pelas vias legais; mas o “grande caminho” destes últimos – para a além da via criminosa comum, como o tráfico de droga e armas, a prostituição, a pornografia, a escravidão, o tráfico de seres humanos… - é a “política” e o poder e os proventos que estes dão através da corrupção.
Pode-se dizer, sem receio de errar, que TODOS – com exceção de uns poucos idealistas – são potenciais corruptos; e a potencialidade desaparece com a oportunidade, criando a realidade da corrupção.
O combate à corrupção só seria viável com a mudança daquela MATRIX, a partir de uma política educacional, desde a infância, para a combater; quando os homens, em geral, encontrassem um sentido para a vida alternativo à que aquela “oferece”.
A “esquerda” acredita que tal alternativa é possível; a “direita” não.
Mas como a “esquerda” e a “direita” são controladas pelos mesmos Senhores do Mundo, tudo não passa de palavreado oco e vão.
Disse!
- Victor Rosa de Freitas -

quarta-feira, agosto 03, 2016

NÃO SE ESQUEÇA DE ANOTAR...


"Se alguém fala mal dos outros para ti, falará mal de ti para os outros."
- Provérbio turco -

sábado, julho 02, 2016

"MACACOS VELHOS" NA "JUSTIÇA"...


Há "macacos velhos" na "justiça"...
"Batidos" na prática processual, julgam que podem manobrar o "direito" para o lado que lhes convém; fazem do direito "torto" e do torto "direito"...
Esquecem estes seres sem ética nem deontologia que o Direito é uma Ciência...
Como já aqui afirmámos:
«O DIREITO É UMA CIÊNCIA...
O Direito é uma ciência jurídica.
O Direito é como um puzzle: todas as peças têm de encaixar no devido lugar que lhes compete.
Quando uma peça é posta num lugar indevido, mais tarde ou mais cedo a imperfeição vai-se refletir noutro lugar.
Assim é o Direito: quando se faz batota de uma lado, mais tarde ou mais cedo essa batota aparece noutro lugar.
Será que os sábios membros do CSMP e os doutos juízes do STA não sabem disso?
Claro que sabem!
Ao que eles não estão habituados é que as pessoas denunciem as peças erradas que eles colocam no puzzle do Direito.
Para constar se consigna!
- Victor Rosa de Freitas -»
Os "macacos velhos" só desaparecerão quando sentarem o cu no "mocho" e forem condenados a penas de prisão efetiva pelas suas criminosas condutas.
Mas isto só acontecerá quando a "justiça" prestar contas à Justiça.
Disse!
- Victor Rosa de Freitas -

sexta-feira, julho 01, 2016

O SISTEMA FINANCEIRO E A "JUSTIÇA"...


O que é que o sistema financeiro tem a ver com o sistema da "justiça"?...
À primeira vista, parece que nada...

Mas tem...
O que têm ambos em comum são os "yuppies"... (Young Urban Professionals)...
Os "yuppies" do sistema financeiro apenas pensam em rentabilizar as finanças e os bens materiais, em ganhar mais e mais...
Os "yuppies" da "justiça" só pensam em rentabilizar os processos judiciais e em ver-te preso, a ti e a qualquer um - quanto mais gente houver presa, melhor...
E veem-se os resultados...
Qualquer um destes dois sistemas é completamente desequilibrado...
- Victor Roa de Freitas -

quarta-feira, junho 29, 2016

TRISTES REALIDADES...


A seita da "justiça" portuguesa é profundamente avessa à liberdade de expressão alheia, mormente quando a crítica é feita àquela seita...
Já repararam na carinha de imbecis que certos magistrados ostentam, fruto das imerecidas vénias ubíquas de que são beneficiários?...
Ah pois é!
Os magistrados deveriam ser eleitos!...
Dizem os defensores do "status quo" que se os magistrados fossem eleitos poderiam ficar reféns de clientelas eleitorais... E que a sua legitimidade decorre da Constituição e da lei...
Ora, ora...
Como dizem os seus opositores: se os magistrados não cumprem a Constituição e a Lei, a sua legitimidade "legal" é oca e vazia...
A "justiça" não tem legitimidade, apenas poder nu e cru...
Mas como qualquer poder político sem legitimidade, mais tarde ou mais cedo, perde o poder...
Há todo um bruaá de fundo populacional que não reconhece legitimidade à "justiça"...
E o poder que tem - tal "justiça" - não tardará em cair, se os magistrados não forem eleitos, única via de atenderem aos interesses das populações...
- Victor Rosa de Freitas -

segunda-feira, junho 27, 2016

O MAL...


É nas margens de erro do nosso livre-arbítrio que está o mal...
- Victor Rosa de Freitas -

sexta-feira, junho 24, 2016

CARTA ABERTA À SENHORA MINISTRA DA JUSTIÇA...


Não se esforce, senhora Ministra.
Não vale a pena.
A Justiça portuguesa não passa de um grande boato.
E a senhora, enquanto membro do CSMP, deixou “passar” por ali e subscreveu – tornando-se, pois, co-autora material – ilegalidades gritantes…
A “justiça” portuguesa reduz-se a isto: uma “justiça” pirata e terrorista.
Pirata, porque fora-da-lei – embora com o apoio de poderes clandestinos.
E terrorista, porque incrimina e condena pessoas fora das regras do Estado de Direito.
Pirata, ainda, porque foge, como o diabo da cruz, das evidências que a põem em causa…
Terrorista, também, porque não tem legitimidade democrática – e a decorrente da lei, que ela não cumpre, também inexiste - e assenta apenas num poder “seco” e “cru”.
Desista, senhora Ministra.
Não vale a pena.
“Ma gavte la nata” e toda a propaganda em que assenta a “justiça” portuguesa reduzir-se-á a borborigmos mal-cheirosos.
Desista, senhora Ministra.
Não vale a pena.
A senhora não pode fazer nada.
“Ma gavte la nata”!
DEMITA-SE!
O seu papel é indiferente: não adianta nem atrasa…
DEMITA-SE!
Deixe-se de pruridos!
“MA GAVTE LA NATA!”
- Victor Rosa de Freitas –
on-line
Support independent publishing: buy this book on Lulu.